sexta-feira, 3 de junho de 2011

Defender Portugal, Construir o Futuro


Por: Luís Dias

Realizou-se nos passados dias 9, 10 e 11 de Abril, em Matosinhos, o XVII Congresso Nacional do Partido Socialista. Com mais de mil congressistas eleitos e muitas centenas de convidados, este foi um dos congressos mais concorridos e participados, mas também um dos que mais candidatos teve à liderança do maior partido português, num sinal de clara vitalidade democrática.
No entanto, e apesar das candidaturas de Jacinto Serrão, Fonseca Ferreira e António Brotas a Secretário Geral do Partido Socialista, a verdade é que a união de todos os socialistas em torno de José Sócrates foi por demais evidente, obtendo o líder socialista 93,3% dos votos dos militantes, aumentando o seu número de votos face às eleições de 2009, num total de 26713 votos.
Além desta clara unidade entre socialistas, este foi também um congresso marcado pela mobilização, estruturação e projecção de um programa político que será sufragado dia 5 de Junho pelos portugueses.
Tal facto, prova que o PS está vivo, dinâmico e com vontade de “defender Portugal” e construir o futuro, como tem vindo a fazer ao longo dos seus 38 anos de existência.
Tal como esta emblemática data na vidado Partido Socialista, devem ainda ser destacados o regresso à Política activa de Eduardo Ferro Rodrigues, mas também algumas das brilhantes intervenções de grandes Alentejanos Socialistas. Foram os casos de Capoulas Santos, Carlos Zorrinho e António Serrano.
Com esta força mobilizadora o PS mostrou estar preparado para as eleições Legislativas que se aproximam e para provar que a responsabilidade vencerá sempre sobre a imaturidade do caminho mais fácil.
Portugal contou, conta e contará com Sócrates; com o PS e com o trabalho de todos os socialistas na defesa de um Estado Social.

O PS Investe em Vendas Novas


Por: Sophie Veiga e Marisa Sousa

Fala-se de investimento público quando o Estado financia obras que visam a melhoria da qualidade de vida da população em geral. A população de Vendas Novas não foi esquecida: foram investidos milhares de euros em obras públicas que permitem a melhoria da qualidade de vida dos vendasnovenses.
A aposta na requalificação da Rede Ferroviária, a construção da Creche Lydia Maia Cabeça e a criação do Centro Educativo de Vendas Novas constituem mais-valias para a revitalização da nossa cidade.
As redes de comunicação foram sempre uma prioridade para os governos PS, acreditando que só assim se pode melhorar a mobilidade de bens, pessoas e serviços, mas também a competitividade das empresas que recorrem cada vez mais a este meio de transporte de mercadorias. Recuperando e electrificando cerca de 38 Km de linha entre Bombel e Casa Branca e suprimindo algumas das passagens de nível que não garante a segurança dos utentes, procura-se uma vez mais acautelar o bem-estar da população local, com este investimento de 48 Milhões de Euros.
A Creche Lydia Maia Cabeça, da Santa Casa da Misericórdia de Vendas Novas, um projecto financiado em grande parte pelo Estado Português com cerca de 350 Mil Euros, num total de quase 800 Mil euros de obra, será fulcral para o desenvolvimento do Concelho. Embora a educação de bebés (0-3 anos) não seja ainda de responsabilidade estatal, o Governo não coloca de parte a ajuda para a formação destas crianças e, ombreando com diversas instituições, disponibiliza verbas para que as crianças e as suas famílias possam ter um espaço onde a educação e a formação se conjuguem da melhor forma possível. Para nós, esta é a melhor aposta no Futuro – a aposta nas nossas crianças.
Defendendo uma Escola Pública de excelência acessível a todos, surge o Centro Educativo, uma nova responsabilidade com que o governo se comprometeu. Este novo espaço educativo compreende a vertente Pré- escolar e a vertente de 1º Ciclo do Ensino Básico. Com este investimento de cerca de 2 milhões de euros, o Governo pretende lançar uma base de formação para que, não só tenhamos crianças mais felizes na escola, mas também famílias mais satisfeitas com a qualidade de ensino e das instalações dos seus educandos.
Tendo em consideração a difícil situação económica com que Portugal, a Europa e o Mundo actualmente se deparam, é essencial elegermos um governo que continue a dar prioridade aos valores da Igualdade, Liberdade e Solidariedade, investindo na escola pública, no acesso generalizado à educação e minimizando as assimetrias entre interior e litoral.
Por tudo isto, no próximo dia 5 de Junho, vote PS!


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

100 anos de República

por Ana Telha da Silva


Descendo a Avenida da Liberdade em Lisboa somos ladeados por edifícios que viram a luta final republicana que levou à implantação da República em Portugal.

A sua implementação ocorreu muitos anos antes no espírito dos Portugueses. O povo logo aderiu à chegada revolucionária de novos ideais que construíram, em grande parte, a actual sociedade portuguesa e o país que hoje conhecemos.

Hoje Portugal tem o desígnio de recuperar os ideais que vingaram naquela manhã de 5 de Outubro de 1910. A construção do futuro do nosso País depende disso. A crise económico-social e de valores que hoje vivemos abre as portas a uma reflexão profunda sobre o ideário republicano.

Quando a República foi implantada, Portugal era um país virado para o Atlântico, baseado exclusivamente em relações com as suas colónias e visto como um feudo de Inglaterra.

Hoje, porém, após o fim do colonialismo, trilham-se novos caminhos para um Portugal inserido no espírito europeu. Um espírito de desenvolvimento social e económico vanguardista que, tal como os valores republicanos, depende do empenho de cada cidadão para ser construído.

É, assim, fundamental, que os portugueses de 2010 reivindiquem para si o papel de regeneradores dos valores republicanos na nossa sociedade.

Uma Sociedade pautada pela Escola Pública, por um sistema de saúde público e por um verdadeiro estado social, mas também uma Sociedade cada vez mais justa e solidária.

No fundo, uma Sociedade pautadas pelos principais valores filosóficos do Humanismo Europeu, ainda hoje tão válidos, e orientadores do caminho do nosso País.

Fernando Pessoa termina o seu “Infante” com a frase “Senhor, falta cumprir-se Portugal”. Cumpramos, então!

Viva Portugal! Viva a República!

Academia Política: Aposta Vencedora

por Cátia Sousa Silva

A Juventude Socialista de Vendas Novas entende que para zelar e para lutar pelos interesses dos jovens vendasnovenses, há que investir acima de tudo na formação dos seus elementos.

Assim, na sequência desta postura e impelidos pela vontade de aprender, surgiu a Academia Política, espaço onde o debate de ideias tem primazia.

Esta Academia, ideia original de Ricardo Mateus, apesar de recente, já experimentou duas fases e prevê ainda uma terceira etapa.

Em meados do ano anterior, os jovens socialistas começaram por reunir mensalmente, aproveitando esses momentos para discutir temas vários em que era apresentado o confronto de ideias antagónicas para, desta forma, exercitar o poder de argumentação e retórica.

Numa segunda fase e porque também é do nosso interesse aprendermos com especialistas nas diferentes áreas de interesse social, decidimos convidar oradores que apresentariam as suas ideias e projectos e que esclareciam numa parte final das sessões quaisquer dúvidas que pudessem surgir.

Como forma de contribuir para o enriquecimento dos nossos quadros participaram nas nossas diversas sessões os seguintes oradores:

• Bravo Nico: “Reforma Educativa: Preparar o Futuro”

• Luís Dias: “Protecção Civil: Combate a Incêndios Florestais”

• Carlos Cunha: “Políticas de Juventude”

• Henrique Troncho: “EDIA: Novas Formas de Gestão da Água”

• Capoulas Santos: “Connosco o Alentejo Conta.”

E como o futuro não nos assusta mas quer-nos preparados, estamos já a perspectivar um novo formato que inclui a aprendizagem de técnicas para preparar a capacidade política dos jovens socialistas. O actual secretariado empenha-se na formação de cada um de nós para uma luta mais credível pelo futuro de Vendas Novas.

Orçamento do Estado: Desafios Económicos do Presente

por Valentino Cunha

É hora de agir. Mais que nunca vivemos hoje perante uma forte pressão nacional e internacional para a resolução, não só do défice das contas públicas, mas também das graves falhas crónicas que abundam na nossa economia.

A apresentação do Orçamento de Estado é, anualmente, um importante momento para o projecto de consolidação das finanças públicas. Dois pontos há que relevar: o primeiro é o facto de necessidade e importância vital de um orçamento para Portugal, o segundo são os esforços incansáveis de derrube do Governo pelo PSD.

Quanto ao primeiro ponto acima referido temos a plena noção da urgência da tomada de medidas que equilibrem as contas públicas. Ouvimos, há dias, o ministro das Finanças amarguradamente lembrar a necessidade de medidas que se evitaram ao máximo. Serão elas a descida dos salários da Função Pública, o aumento da taxa máxima de IVA para 23%, cortes nas deduções fiscais, taxação de pensões e fusão de instituições públicas.

O momento é perceptivelmente difícil mas, para melhor compreensão da necessidade de um orçamento de estado e das medidas tomadas, é necessário compreender a urgência da correcção do défice das contas públicas.

A realidade é que o Estado gasta mais do que ganha mas, para conseguir a manutenção dos seus serviços, vende títulos de dívida pública a empresas, bancos, etc… Esses títulos, que servem como empréstimos, são mais tarde pagos aos investidores com um juro acrescido. Juro esse que tem vindo a aumentar sucessivamente. Causa: a minoria parlamentar enfraquece o governo, as agências de rating teimam em diminuir a classificação da República e o PSD não teme em criar crises políticas para aliar à crise económica.

O mote do novo orçamento é gastar menos, receber mais e, ao diminuir assim o défice, abdicar da venda de obrigações e poupar no reembolso com juros acrescidos que serão devolvidos anos depois.

Hoje, mais que nunca, há a extrema necessidade de união entre os vários partidos para a construção de um futuro sustentado para Portugal.

Acima de tudo é necessária a adesão do povo português ao último esforço nacional. Todos nós reconhecemos que nos sacrificamos há anos mas é sempre preciso um último impulso, um último esforço.

Chegou a hora, portugueses, de agirmos em defesa no Estado Social, da Protecção Social e dos valores que nos regem como povo: solidariedade, determinação, coragem, força. A luta pelo futuro de Portugal ainda não acabou mas a esperança na chegada desse futuro diminui com o chumbo do Orçamento de Estado.

Do mal, o menos.

Educação em Vendas Novas

por Luís Dias

Como tem sido notório, o ano lectivo 2010-2011 iniciou-se no concelho de Vendas Novas de forma inaceitável:

• Horários de refeições e transporte definidos uma semana antes do início das aulas?

• Crianças do 1º ciclo a almoçar tarde e algumas sem comer uma refeição completa, por falta de comida?

• Um novo Centro Educativo onde não cabem todos os alunos do pré-escolar e do 1º ciclo de Vendas Novas?

• A Câmara Municipal opta por manter muitos alunos com falta de segurança, nas instalações do Centro Juvenil Salesiano, em vez de os integrar em espaços com condições?

• Um Centro Educativo que não dispõe de sistemas de climatização?

• Ao fim de uma semana de aulas já os pais se queixavam que se acumulava sujidade nas casas de banho?

• Falta de materiais adequados às opções pedagógicas seguidas pelas Educadoras de Infância?

• Horários de auxiliares de acção educativa decididos unilateralmente pela vereação do pelouro?

• 42 crianças da Componente de Apoio à Família (CAF) confinadas numa sala com capacidade para apenas 25 crianças?

Como é possível no século XXI e num Concelho que se diz evoluído acontecerem situações destas? Não há justificação possível! Tais facto só provam falta de cuidado e de preparação para o arranque do ano lectivo.

Se talvez alguns políticos da terra, com responsabilidades directas na área da educação, se concentrassem mais nos assuntos à sua guarda do que em fazer política partidária, tal não acontecesse.

Pior, o Partido Comunista na Assembleia Municipal impede a criação de uma Comissão de Apuramento de responsabilidades (sejam elas de quem forem), para branquear a responsabilidade da Câmara Municipal esquecendo-se do seu dever de fiscalizadores da acção da Câmara.

De quem será a responsabilidade destas situações? Estamos certos que os vendasnovenses saberão identificar de quem é a responsabilidade!

• Acreditamos que há condições em Vendas Novas para termos um Ensino de excelência e com capacidade de competir com as melhores escolas do nosso país.

• Acreditamos que todas as crianças e jovens de Vendas Novas e da Landeira têm direito a um ensino moderno e com condições para o seu sucesso futuro.